Qual é a informação mais importante que você deve saber sobre o posicionamento do implante?

Ao discutir os posicionamentos, existem cinco variáveis que devem ser o foco de qualquer profissional: posicionamento vestíbulo-palatino, mésio-distal e de profundidade, além dos posicionamentos angulares: vestíbulo-palatino e mésio-distal.

No entanto, você sabe qual posicionamento gera mais dúvidas? É isso que vamos responder neste texto. Leia até o final para saber mais.

Qual posicionamento gera mais dúvidas para os dentistas?

Um dos posicionamentos que mais desafiam os profissionais de odontologia é o de profundidade ou cérvico-apical.

Portanto, é importante que o profissional compreenda quando deve “aprofundar” mais o implante ou posicioná-lo mais próximo da superfície.

Por isso, é fundamental compreender a importância do zênite gengival nesses casos.

Pois o implante deve ser posicionado a 4 mm acima do zênite gengival. Mas por que exatamente esse espaço?

A importância do respeito ao espaço biológico

É necessário respeitar o espaço biológico, garantindo que haja espaço para o suco gengival, o epitélio juncional e a inserção conjuntiva.

Após a extração, quando a gengiva está em condições ideais, durante a fresagem, você certamente notará que as brocas para a instalação do implante têm a quantidade de marcas necessárias para indicar a profundidade correta do implante.

Outro ponto importante no posicionamento do implante é o GAP que ele deve ter em relação ao alvéolo fresco.

Independentemente da presença ou não de osso vestibular, o implante deve estar a uma distância de 3 mm a 4 mm da parede vestibular.

Isso é crucial para determinar qual procedimento regenerativo será usado, e é importante garantir a alimentação desse espaço, seja com enxerto biomaterial ou conjuntivo.

Regeneração Tecidual Guiada (RTG)

A RTG é uma técnica avançada que visa criar um ambiente propício para a regeneração óssea e tecidual ao redor dos implantes.

Ela se baseia em quatro princípios essenciais:

Preocupações com a profundidade do implante

A profundidade do implante não deve ser determinada pelo osso, mas, sim, pelo espaço biológico disponível.

Se o espaço gengival for maior, é possível realizar o implante ao nível ósseo.

No entanto, se o espaço gengival for mais fino, posicione o implante 4 mm abaixo do nível ósseo.

Dessa forma, com o tempo, um espaço biológico será naturalmente criado, preenchendo o espaço vazio e tornando o implante eficaz.

Portanto, perca o medo na hora de realizar o seu implante, faça a medição da gengiva e confie na profundidade do implante.

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